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Constantinopla By Night
 
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 A nova Ordem.

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Felipe Leão VI

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MensagemAssunto: A nova Ordem.   Dom Ago 22, 2010 7:44 pm

Leão VI abrira os olhos nos alojamentos da ordem. Sempre ao canto de seu leito, ficava sua espada na bainha com ornamentos sagrados. Ao se levantar sem nenhuma cerimonia, o demonio se olha no espelho que havia no canto daquele salão. O rosto deformado, o corpo deformado, como se ele mesmo tivesse lepra, algumas vezes ele mesmo arrancava algumas partes de si mesmo, para evidenciar a doença, mas no fundo tudo era parte de um disfarce maior. A unica coisa que tinha de brilhante naquele peito nu, podre e morto, era um crucifixo de prata com uma corrente banhada a ouro, um objeto do qual o tzimisce não se separava nunca.

A tunica branca estava no armário e o tzimisce poem ela por cima do corpo, junto com uma calça de couro, botas e sua mascara branca, tradicional, juntou a bainha da espada e amarrou a cintura. E novamente se olhou no espelho, para ter certeza de que nenhuma parte do seu corpo estava exposta, satisfeito, começou a caminhar para a rua.

Os olhos atrás da mascara procuravam com perspicacia as pessoas na ruas, muitas delas davam passagem ao tzimisce, pois sabiam que ele era um leproso, e infelizmente a ignorancia do povo, fazia eles pensar que eles poderiam se tornar leprosos também, caso entrassem em contato com ele. Mas o tzimisce precisaria de alguém com coragem e inteligencia, e só conseguiria isso seduzindo uma bela e rica mulher. E era isso que ele faria. Caminhava a passos curtos até ao bairro onde os nobres ficavam, e os olhos do tzimisce vasculhavam uma casa mais de fácil acesso ao andar superior, com acesso a uma arvore, ou aboboda. Já que a escuridão lhe favorecia.

(Caso eu encontre um mendigo no meio do caminho, que pareça mais que um mendigo, eu vou sentar ao lado dele para conversar primeiro, caso contrário vou direto para a procura da janela.)
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Leyryel
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Ago 23, 2010 6:57 am

Um Vulto Nas Sombras

Já se passavam das 21:00, e neste horário, raramente era encontrado um número significativo de pessoas nas ruas. Aquele centro não era excessão, logo todos os habitantes recolhiam-se em seus lares. Devido ao tempo frio o conforto de casa era sempre bem vindo. Os guardas do rei já passavam por lá, e apagavam as tochas das ruas. Já se punham em local de vigia, mas como as noites de lua fraca (assim chamam a lua minguante) não ocorriam incidencias, mantinham-se de resguardo.

O homem que caminhava em meio as ruas vazias, parecia de certa forma uma aparição, tais vestes brancas davam esse aspecto. Mas mesmo que fosse visto, empunhava uma espada, sinônimo de honra para os mais desavisados. Viajantes eram constantes naquela época do ano, e uma presença ou outra não era tomada como perigo.

De todas as casas ao redor, pouco se podia ver em relação à movimentação interna. Mas ainda sim, bem ao fundo, de uma das ruas estreitas, uma sombra parecia caminhar de um lado ao outro por trás do cortinado. Uma sacada de um metro e meio, revestida de pedras rústicas e limbosas. Por de trás da janela a luz se apaga e o vulto desaparece. Deixando assim, a ultima presença insone do vilarejo!
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Felipe Leão VI

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Ter Ago 24, 2010 5:42 am

As pessoas inquietas, eram bons alvos para se alimentar, por mais que os adormecidos fossem os melhores. O objetivo do vampiro não era apenas se alimentar, mas queria algo mais, sempre queria algo a mais, foi assim que se tornou Barão, e foi assim que deixou de ser. Mais as já significou menos, na vida do Tzimisce, mas ele ainda procurava ele, incansávelmente.

O olhou a escuridão a sua volta, seus olhos eram mais precisos e detalhistas que os olhos dos mortais, e até mesmo mais astutos que alguns de seu próprio povo. Mas a força do tzimisce vinha do oufato, com o nariz ele conseguia sentir a metros de distancia, a quantidade precisa, dependia do vento, mas numa noite calma como aquela, ele conseguiria sentir o cheiro de um soldado do rei, a metros de distancia, tempo suficiente para ele se preparar.

Leão Farejava o ar da noite, durante todo o tempo que ficou ali, em cima de um telhado próximo, como se fosse uma gargula fantasmagórica, apenas olhando o quarto e avaliando sua movimentação, do mesmo jeito que olhava a movimentação dos guardas e sentinelas na rua. (TESTE 1).

(Depois de entender mais ou menos o padrão das rondas, vou pegar a hora que eu achar mais propicia, e não sentir o cheiro de ninguem TESTE EXTRA.)

O tzimisce poem seus braços poderosos próximos ao muro, e com o sangue dando flexibilidade a suas pernas (1 ponto em destreza), ele começa a subir, devagar e silenciosamente o paredão de pedra, sem muitas dificuldades. (TESTE 2, se for necessário). Ao tocar a mão na janela, ele sente se esta se encontrava aberta, com o calor de constantinopla naquele tempo, e a baixa criminalidade e alta segurança naquela parte da cidade, isso era algo comum, mesmo nas casas mais abastardas, e Leão contava com isso. Ele empurrou a janela, quietamente passou uma perna primeiro, e quando esta tocou o chão, ele passou a segunda. Seus olhos procuravam na escuridão a mesma coisa que seu nariz já farejava, o cheiro de um mortal. E vagarozamente o tzimisce foi até sua cama, e com a tenue luz da lua, retirou sua mascara, mostrando seu pesadelo induzido e mordeu o pescoço de sua vitima, deixando-a em transe de prazer e desejo.

OFF-GAME

(Teste 1: Percepção+???, -2 na diff)
(Teste 2: Força/Destreza + Esportes)
(Teste 3 e 4: Percepção+???, -2 na diff, visão e oufato)
(Teste Extra: Raciocineo + Empatia) Caso precise, para entender como eles estão fazendo a ronda...

Acho que investigação seria os testes de sentidos, mas como saiu fora para entrar instrução, seria este a habilidade chave? não sei, decide ai... eu gostaria que tu desce um quote na ficha e me manda-se por pm, para que eu possa ter acesso a ela, e rolar os testes da próxima vez (desta vez tu mesmo pode rolar, por mim se não se importar)
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Ter Ago 24, 2010 11:48 pm

Sorrateiro na Noite

A segurança real daquela região, era composta por volta de quinze homens. Esses designados a patrulha dos fins de noite. Eram dividos em três grupos, onde cada um tinha seu respectivo responsável. O primeiro grupo recebia a função de ronda; onde caminhavam pela cidade apagando as tochas e revisando a classe mais alta do povoado. Quase sempre, se desviavam dos demais após a tarefa. A taberna acabava sendo seu próximo posto. O segundo grupo fazia guarda nas entradas e saídas da vila, onde apenas um, vigiava cada posto. O último grupo, mantinha-se em pontos estratégicos em meio aos becos e ruas escuras, o que se tornava um ótimo dormitório. E assim seguia, noite após noite.

Felipe não teve muita dificuldade em evidenciar toda essa situação. Logo, já estava livre para desempenhar e concretizar sua caçada. Não demorava muito até alcançar a sacada, e passar pela grande e resistente janela de madeira. Aberta como de costume, não criou empedimento para que o sorrateiro Tzimisce, adentrasse a alcova. Logo que entra, pode sentir um leve cheiro de vela que havia sido a pouco apagada. Junto, um cheiro almiscarado de ervas finas, dignas de um aposento de alta hierarquia.

Ao cravar seus dentes no pescoço da vítima, faz com que a mesma se contorça. Ela não faz esforços, ou mostra qualquer tipo de resistência. Inebria-se com o ato. Logo após alguns instantes, Felipe pode ouvir passos que batem ao lado de fora da alcova, passos fortes, que podem colocar em risco a sua alimentação. Entre ele e o ato profano, apenas a aldrava mantinha sua furtividade intacta, ao manter a porta meramente fechada.

Rolagem dos Dados

http://constantinopla.forumeiros.com/espaco-para-rolagem-de-dados-f22/felipe-leao-iv-t89.htm
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qui Ago 26, 2010 4:21 am

Ao ouvir o som de batida na porta, os olhos do tzimisce trabalhavam na mesma velocidade que a língua, a língua lambia o ferimento e os vestigios de sangue, e os olhos, procuravam um abrigo seguro naquele quarto, ou fora dele, o que fosse mais viável e melhor escondido naquela situação, como um coelho, rápido e silencioso o tzimisce se meteu na escuridão de seu esconderijo, e ali ficou imóvel como um cadáver.

http://constantinopla.forumeiros.com/espaco-para-rolagem-de-dados-f22/felipe-leao-iv-t89.htm#130

(Não escolhi o esconderijo, pois não tenho uma boa visão de como é o quarto, então deixo nas tuas mãos e nas mãos da sorte, para ver o esconderijo.)
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Sab Ago 28, 2010 12:29 pm

Sem vestígios!

O escuro predominava no quarto, eram poucas as formas visiveis. O cortinado ondulava com o vento através da janela.
Ao perceber que alguém se aproximava, Felipe logo é atentado por seus sentidos aguçados. E com precaução, esconde-se dentro de um grande baú, que ficava ao canto do quarto, embaixo da janela. Ali se mantém imóvel, e silencioso. A porta se abre, e adentra ao quarto um homem vestido com roupas nobres. Em seu peito, o símbolo real da guarda do Imperador Alexius. O homem, alto e de cabelos longos, aparentava ter os seus trinta e poucos anos. Jovem, e de porte, embanhava ao lado uma espada prateada, com adornos delicados.

Ele se aproxima do leito da mulher, verifica a porta como se temesse a entrada de alguém. E senta ao lado da jovem, que parecia ibernar como um anjo. Seus olhos ainda fitam a beleza da qual ele adimirava. Deixa sua mão tocar o rosto da garota, e sente que algo parece estranho. Ao se levantar bruscamente, se desloca até a janela. Sua vista procura algum movimento na rua, mas nada encontra. Nem mesmo os Sentinelas de plantão pareciam estar próximos. Ele sai do quarto rapidamente descendo as escadas até o piso inferior, deixando a moça sozinha novamente em seu leito.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Dom Ago 29, 2010 4:15 am

Felipe se mantem dentro do báu, apenas ouvindo o movimento do quarto, o tempo era algo que não faltava ao tzimisce, ele viveria eternamente. Ali ele espera por vários minutos depois que a porta do quarto foi fechada (se é que foi fechada), depois que o homem saiu do quarto. Assim que o local estivesse realmente calmo. O báu se levanta apenas alguns centimetros e Felipe fareja o ar da rua, enquanto seus olhos procuram por qualquer armadilha naquele local escuro.

Assim que sente a calmaria reinar novamente naquele local, o tzimisce se levanta em silencio do báu, e fecha ele com cuidado, e vai terminar de se alimentar (acredito que eu nem tive tempo de me alimentar, se eu tive tempo antes, não me alimento mais, dai ignora a parte da mordida).

O tzimisce novamente retira sua mascara, e morde o pescoço da dama no leito, ao saciar sua fome (1pt de sangue), a presa do vampiro morde seu próprio pulso, fazendo o sangue molhar os lábios da mulher, o sangue sobrenatural e doce do tzimisce fazem com que ela beba por impulso, o vampiro beija a boca da mulher no escuro, e lambe o resto do sangue que ficou a sua volta, e lambe seu próprio pulso, para cortar o sangramento, enquanto andava para a janela, ali ele poem a mascara e olha para a rua, vendo o movimento dela, antes de sair para mais uma caçada. Ao sair, o tzimisce lembra de deixar a janela exatamente como estava, quando entrou.

(Tomei um ponto de sangue, e deixei um ponto, só pra ela começar a sonhar comigo Razz, se precisar de testes, tu mesmo pode rolar, acho que sair agora é mais facil que entrar. Eu esqueci de fechar a janela antes, por isso o cara apareceu, estou certo?)

(Não sei se tive sucesso, mas pra não ter um post teu, e pra onde tu vai? vou definir meu caminho já.)

Próximos aos muros de constantinopla, existia os camponeses e plebeus, e era lá que geralmente o tzimisce se alimentava, e precisava ir lá para saciar sua fome, o acontecido agora pouco, fora apenas um investimento futuro. Lá era realmente mais fácil a caçada, a vigiliancia dormente dos muros, sempre estava mais focada nos invasores noturnos, e não nos ladrões internos, e os homens que faziam a guarda interna, sempre estavam mais preocupados com os ricos, já que poucos ladrões pensavam em roubar os pobres, Felipe era um destes, já que sua busca não era por ouro e jóias, e sim por algo que todos tinham, sejam ricos ou pobres, reis ou mendigos, guerreiros ou bobos da corte. Ao encontrar um homem vagando no escuro, o tzimisce caminha até ele a passos firmes, tinha o porte de um guerreiro (força 5), era grande e musculoso, mesmo debaixo daquelas vestes brancas e atrás daquela mascara da mesma cor. Antes que o homem pudesse ver seu azar o tzimisce já tinha cravado as presas em seu pescoço, com a mão em sua boca. O homem tentou gritar, mas o grito foi abafado pela mão poderosa e deformada do tzimisce, e logo o homem já estava em extase, querendo que aquele momento não termina-se nunca, mas acabou, e o tzimisce sumiu da mesma forma que apareceu.

O destino final do guerreiro era o grão-mestre de sua ordem, Giacomo Pialermo de Roma, como era chamado quando ainda era um bispo da igreja católica. O tzimisce que como um demonio, emanava uma aurea mais sombria, ficava pasmo, sempre que estava na presença do santo bispo, que mantinha a mesma fé em deus, que tinha quando era o bispo da igreja, agora toda a sua doutrina e proteção voltavam aos seus cruzados seguidores.

Giacomo, era o único que sabia da verdadeira história de Felipe, já que fora ele que aceitara o tzimisce dentro de sua ordem, mas não o tratava melhor nem pior do que tratava os outros membros da ordem. Sentado numa sala, com a lareira acesa, refletindo na frente de um mapa da região dos turcos. O ancião pede para que Felipe se aproxime dele, com as mãos. Felipe vai até ele e senta do outro lado da mesa, para conseguir ver o mapa e ver o ancião de frente. O ar de tranquilidade e paz, que emanava daquele homem, que também usava uma mascara, esta feita de prata, havia uma cruz grande em seu peito, parecida com a própria cruz que Felipe usava, só que aos olhos do tzimisce, aquela cruz lhe dava um medo assombroso.

- O que aflinge seu coração, meu filho? Perguntou, o bispo como sempre fazia, aos que lhe pediam auxilio.

- Estou ocioso, vossa exelência, gostaria de saber os planos que o senhor guarda para mim, em como eu realmente posso ajuda-los, estou em débito, e gosto de pagar minhas dívidas.

(Bom, o leonardo [não sei se é ele que ta narrando pra mim], pediu pra mim criar alguns npcs da ordem, vou começar pelo mais importante, depois mando ele por pm pro adm, para conversamos mais sobre ele, caso recusarem ele, como eu criei, podem já tirar a parte em que eu entro em contato com ele, e por o próximo líder, que vocês acharem melhor, do mesmo jeito, ele vai saber de minha história toda, incluindo meu primeiro nome Morgan, e blablabla)
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Leyryel
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Ago 30, 2010 11:57 pm



Giacomo tinha uma aparência que inspirava confiança. Um homem sério, de voz grave e firme. Ele mantinha-se na posição de um grande líder, e isso garantia a aceitação dos demais membros da Ordem.

Ele passo muito tempo comandando a Ordem e cuidando daquele refúgio. Tal dedicação lhe conferiu várias conquistas. Naquele local onde estavam, era aparente seu cuidado com tudo (Bairrismo); logo, suas escolhas pessoais para visitas eram sempre bem selecionadas. Apesar de serem poucas. No entanto, o local servia sempre como sala de reuniões para a Ordem.

Ao ver o homem a sua frente designado as tarefas, Giacomo dirigiu-se até uma escrivaninha, e dela retirou uma folha. Em seguida sentou-se a frente da grande mesa, ajeitou o castiçal da maneira que lhe proporcionasse mais luz. Começou a escrever algo. Não demorou muito tempo para que terminasse. Subtamente selou a carta com o brasão do Reino de Constantinopla. E entregou a Felipe!

_ Estamos em tempos difícies! Temos sorte em ainda poder caminhar pela cidade sem tantas dificuldades. Mas ainda sim devemos ser ponderados. Eu gostaria que entregasse esta carta. O endereço esta assinalado em frente (Monastério St John). Designarei um dos nossos para lhe fazer companhia.


Giacomo mantem-se confiante no homem a sua frente, e parece lhe entregar o envelope com satisfação.

OBS: Os cenários que são mostrados aqui, ainda serão criados em sua area especifica. Para evitar confronto atemporal na cronica livre e nas cronicas gerais estou apenas postanto a foto.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Ter Ago 31, 2010 12:40 am

O tzimisce pegava a carta com cuidado e esmero, e logo olhava para o ancião a sua frente.
-- Vossa Exelencia. Que tipo de dificuldades você enxerga em nossa frente?! *O tzimisce sabia que ele tinha fontes de informações além de sua própria compreensão, mas ele queria saber a real situação, para saber como arquitetar seus próprios planos e armações, para o seu bem, primeiramente, e é claro para o bem de toda a Ordem.

-- Fico grato, confiança. *Por mais que ser apenas um menssageiro, fosse algo simples, as vezes as mensagens eram algos valiosas demais para serem entregues a qualquer um.*

*Assim que a conversa termina, o tzimisce pede licença e se retira, refletindo se ainda havia tempo naquela noite para chegar ao destino, e se teria tempo para voltar, a cavalo talvez.*

(O lugar fica dentro de constantinopla mesmo? Ou é mais afastado?)
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qua Set 01, 2010 11:56 pm

Preparando o Caminho

Giacomo ao entregar a carta para Felipe parece se sentir totalmente entregue a satisfação! Deixava transparecer em sua face, que, o subrdinado faria com êxito o seu pedido. Logo, se levanta e bate duas vezes no chão com a bainha da espada, dois toques que ecoam na sala, fazendo com que um homem mostre sua presença na porta!

_ Chamou-me Senhor!

Giacomo olha para o seu seguidor logo a frente! E acena com a cabeça positivamente!

_ Este será o homem que irá lhe acompanhar durante sua jornada. Ele lhe indicará o caminho até o Monastério, e também o alertará sobre os cuidados que deverão ter! Seu nome é Fra'Raymond. Ele é um grande aliado, e tem uma posição de valor dentro de nossa Ordem. Ele também lhe dará mais detalhes sobre os "Tempos Dificeis" a qual me referi!

Ainda parado na porta, Fra'Raymond continua apenas a ouvir seu líder, e já sabendo de suas obrigações, não o questiona em nada. Logo que Giacomo termina, Raymond abre caminho para que Felipe o siga. Eles saem do aposento, seguindo caminho até um pequeno estábulo. Lá já estavam dois cavalos preparados.

_ Já deixei tudo em ordem para nossa partida! O Monastério fica à alguns quilomêtros daqui. Esta cidade é grande, caminhar até la não é muito prático. Ainda é cedo, teremos tempo até chegar, e já tenho preparado também algumas paradas para nós!


O homem sobe em seu cavalo, e aguarda Felipe para seguirem por uma pequena estrada em meio ao vale.
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OBS: Vocês estão dentro da cidade sim, logo vou arrumar o mapa certinho para evitar dúvidas! ^^
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qui Set 02, 2010 5:48 am

*Antes de sair, o tzimisce faz uma breve reverencia ao ancião, uma coisa que tinha aprendido com o curto tempo que tinha ficado com seu mentor, era respeito aos Voivoide, obviamente o Nosferatu não poderia ser um Voivoide pois esta posição era interna em seu clã, mas ele era o que poderia se referir a um Voivoide da ordem. - Obrigado. Foi o que ele disse ao sair da presença do ancião.

Felipe caminhava ao lado de Raymond, a mascara branca do tzimisce retirava toda a expressão do seu rosto, e ambos andaram até os estábulos sem nenhuma palavra, até que o nosferatu quebra o silencio, falando que tinha deixado tudo pronto.

- Perfeito. Paradas? Lugares em especial? O tzimisce ficou meio inquieto em saber que teriam paradas no meio do caminho, mas isso não representava perigo a ele, porque se a Ordem o quisesse morto, o empalariam enquanto dormia, e ele não faria nem resistencia a morte. Mesmo não sendo um nosferatu, o tzimisce era um aliado em potencial, suas habilidades se mostravam expecionais em diversas situações.

O tzimisce monta em seu cavalo, logo depois de guardar a carta no bolso interno de sua tunica, e ambos cavalgam num trote tranquilo até a primeira parada.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Sex Set 03, 2010 11:49 pm

A Jornada

Os dois homens agora caminhavam vagarosamente por entre o arvoredo. O Refúgio da Ordem esta localizado ao norte da cidade, relativamente afastado dos pontos de mais intensidade populacional. Enquanto seus cavalos estavam emparelhados, Fra'Raymond começa a dialogar. Deixando agora mais aparente sua imagem dentro da Ordem.

_ Caminharemos por cerca de duas noites no máximo. Está cidade tem grandes extensões, e sabemos que a política interna não está por toda perfeita. Nossa primeira parada será na taberna. Lá poderemos nos alimentar. Será uma noite onde só estarão os guardas mais decadentes. Sendo que a milicia geral fará o treinamento semanal fora da cidade na floresta de Egnatian.


Raymond era um homem de estatura mediana, e sua voz era como a de um jovem. Abraçado muito cedo, ele tentava não aparentar imaturidade. Apesar de já ter seus trinta anos de não vida! A barba bem rala, era a única parte visivel de seu rosto, escondida atraz da máscara negra. Sempre junto a si, uma espada de pequeno porte, devido sua musculatura não muito favorável. Felipe parecia ter muito a descobrir ainda daquele homem.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Sab Set 04, 2010 12:24 am

Felipe continha sua monstruosidade, enquanto cavalgava ao lado do Jovem Raymond. Ele lhe contou sobre os planos daquela noite, e o tzimisce, confirmava com a cabeça, enquanto sua mente trabalhava em como seria proveitoso conseguir alguma fonte de informação sobre os assuntos militares, afinal de contas, tomar a cidade santa era um objetivo comum para os cruzados, e por mais que isso não importa-se em nada para o tzimisce, os movimentos das forças militares, e talvez alguma influencia nelas, seria de muita utilidade na briga contra os tremeres do norte, que a cada dia consolidavam suas forças. Felipe não mais pensava em Portugal como sua casa, e sim constantinopla, as vezes ele se achava monstruosamente nosferatu, pois começava a entende-los e a entender a sua privação.

- Eu já me alimentei, gosto de me alimentar escondido, não está entre minhas habilidades a mudança de forma. Pelo menos não sem muito esforço e trabalho custoso frente a vários espelhos. Mas eu o acompanharei com prazer.

O tzimisce já tinha se alimentado, e não gostava de estar em volta de pessoas que na maioria das vezes o menosprezavam pela a aparencia, afinal de contas ele era um tzimisce, um soberano, por mais que estivesse usando um disfarce de monstro, ele era um monstro soberano.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Sex Set 10, 2010 6:14 am

Caminho ao Monastério: 22h:00min

Caminhavam por entre a floresta a cerca de trinta minutos, e nesse meio tempo, Raymond pouco falou. Eles passavam por uma área pouco movimentada, em alguns momentos era possivel ver uma cabana ao longe. A pequena estrada seguia rumo a perder de vista, e logo começava uma garoa fina.

_ Estamos quase chegando ao primeiro ponto de parada. Raymond falava sem se importar com a chuva fina em seu rosto devido a mascara.

_ Quando chegarmos, apresentarei a ti, o homem que nos fornecerá algumas indicações sobre como estarão as condições da viagem. Dando exemplo a quantidade de pessoas no monstério, e a segurança como está sendo feita!


Raymond continua a galope agora acelerando um pouco mais!
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Sex Set 10, 2010 5:51 pm

A mascara escondia, mas o rosto do tzimisce demonstrava surpresa por de baixo da mascara branca, e debaixo do monstruosidade aparente.

- Pelo visto, iremos invadir o monastério, a principio pensei que só iriamos entregar a carta realmente. O tzimisce fala alheio ao serviço, ele não tinha muitos problemas em invadir lugares, mas também não gostava de coisas muito complicadas para tarefas muito simples.

Ambos calvalgavam em direção a primeira parada, assim que desmontam dos cavalos, O tzimisce joga uma moeda de latão (ou algo que represente +-50 centavos [fazendo uma analogia com o dinheiro de hoje]), para um homem que estava por ali.

- Se importaria de amarra-los, e ficar de olho neles, enquanto nós visitamos um amigo? O vampiro falou, sem olhar para o homem que estava sentado no chão. Mas a moeda sai da mão dele direto para as mãos do mendigo. E logo o tzimisce tratou de caminhar para dentro do estabelecimento junto com seu mais 'novo' companheiro.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qui Maio 12, 2011 3:52 am

23:00 hrs

O mendigo segura a moeda com firmeza, olha para o homem que havia lhe concedido tal bondade, morde a moeda para verificar a veracidade da mesma. Seus olhos parecem saltar das orbitas, enquantos em sua face expressa um sorriso deixando amostra os dentes podres.
Levantando rapidamente puxa os cavalos para de tras da estalagem, com medo que o homem voltasse com a palavra e lhe tomasse a moeda.

Raymond tomou por caminho a porta da estalagem, deu três toques, e na pequena portinhola pode se ver um par de olhos vermelhos de embriaguez. A porinhola se fechou em seguida, logo a porta principal era aberta, e um homem gordo e mal vestido convidava-os a entrar:

_ Entrem estrangeiros, espero que gostem do local, e lembrem-se em não arrumar confusão, já perdi muitas cadeiras e mesas no ultima noite!

O homem que enxugava as mão de sangue num avental marrom, não aparentava polidez, mas ainda assim exercia os oficios de dono de estabelecimento.
Reymond convida Felipe.L para entrar. Ao fundo, próximo ao barril de vinho, encontra se um lugar vago, Raymond dirige-se pra la sem se importar com a gritaria e a bebedeira dos homens no recinto.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Dom Maio 15, 2011 3:06 am

O tzimisce retira a espada com bainha e tudo da cintura, para ficar mais confortavel na cadeira de madeira e se senta nela, com a espada encostada próximo a sua perna, uma espada grande e larga, comparável ao tamanho do próprio tzimisce (não a espada do tamanho dele, mas uma espada grande, porque ele também é grande). Ali encostado na cadeira, o vampiro pede uma caneca de cerveja e bebe goles da bebida enquanto seus olhos esquadrinhavam as faces no local, procurando por pessoas que pudessem lhe trazer ameaça ou até curiosos.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Maio 16, 2011 2:26 am

23:25 hrs

O barulho parecia vir de todos os lados, a falta de espaço naquela estalagem representava bem a sensação de opressão. Um espaço de seis metros quadrados, prenchido com um balcão ao canto, onde o dono do estabelecimento cortava carne a facão, e em momentos gritava com suas duas escravas, que cabisbaixas buscavam canecas de hidromel para satisfazer a necessidade dos guerreiros e viajantes. Duas mesas longas e de madeira se mantinham ao meio, adornada por beberrões. Ao fundo uma pequena escada daria acesso ao piso superior, quase imperceptível. Felipe pode notar quase com precisão tudo ao seu redor.

Uma prostituta acariciava um dos homens enquanto ele gritava e cantava, mais ao lado três homens vestidos com roupas de cavaleiros conversavam entre si, e pareciam não querer participar da festa. Próximo a escada, um outro homem de cabelos longos e claros olhava Raymond e Felipe chegarem. Após ter acompanhado os dois com os olhos, ele se aproxima e se senta.

Já com uma caneca na mão, ele da um ultimo gole e fala em voz alta devido ao barulho!

_Estamos com sorte, a festa aqui não parece ter fim tão cedo! Diz enquanto parece se divertir com a confusão.
_E também demasiadamente em vantagem quanto ao tempo, recebi as informações que voces vão precisar para chegar ao Monastério sem complicações!

O homem fala de maneira natural, enquanto tenta dar outro gole em vão na caneca já vazia. Ele tira um pedaço de pergaminho do bolso. Olha com cara feia para dentro do copo vazio! E grita para a escrava lhe trazer mais. Em seguida entrega o pergaminho a Raymond.

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Felipe Leão VI

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Maio 16, 2011 3:05 am

Mesmo se o tzimisce quizesse ele não sorriria, sua mascara esconderia o sorriso, mas ele não sorriu, seus olhos fitavam a expressão do estranho e logo desviaram para Raymond seu companheiro, esperando a reação dele ao ler o pergaminho.
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Leyryel
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Maio 16, 2011 3:33 am

Raymond abre o pergaminho, lê com calma, nem mesmo o barulho tira sua atenção. Ele então entrega para Felipe.

_Assim que terminar de ler, queime-o!


O pergaminho não era grande, nem havia muito escrito nele. Algumas poucas pelavras rabiscadas informavam:

Pergaminho:
"Uma pequena carroça aguardará a 300 metros, roupas, um escravo de cabelos trançados, 03:00 horas."


Eram simples palavras, todas sem contexto, meio confusas, mas essencias, e objetivas. O homem loiro encharcava-se com a bebida, enquanto assediava a escrava que a trazia. Raymond se levanta, e joga algumas moedas como paga pelo pergaminho, ele chama Felipe, e diz que pretende partir de imediato. Enquanto ele se mantem em pé a frente da mesa, os três supostos cavaleiros, ao fundo começam a sussurar e olhar para onde os mesmos estavam. Alguns minutos em seguida os três se levantam, e saem da estalagem.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Seg Maio 16, 2011 3:51 am

O tzimisce leu com atenção o bilhete, era o que eles precisavam. Raymond jogou as moedas para alto e se levanto, Leão se levantou logo depois e observou os homens saindo da estalagem para a rua, a expressão de curiosidade apareceria em seu rosto se não fosse por causa da mascara, e então os dois caminharam para a saida, o tzimisce ainda mantinha o bilhete na mão com ela fechada em volta do mesmo. Ao chegarem na rua, o tzimisce procura pelo mesmo mendigo que ele havia jogado a moeda e joga mais uma. - Traga os cavalos agora. Disse ele olhando para a frente, sem nem se importar com o ritual do mendigo de morder a moeda de cobre.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qui Maio 19, 2011 10:37 am

23:38

Assim que saíram, Raymond observava Felipe conversar com o mendigo, enquanto isso esticava os braços para o alto em sensação de alívio por ter saído de todo aquele barulho. Sem mesmo baixar os braçõs, já se deparava com dois homens caminhando em sua direção. Eram os mesmos que estavam no bar. Um deles era alto, com barba longa e arruivada, pele marcada do sol, e olhos vermelhos. Já o segundo tinha uma estatura inferior, barba tambem longa, mas com a cabeça raspada, onde deixava amostras cicatrizes de batalha. O homem com os olhos vermelhos é o primeiro a se pronunciar, como se quisesse deixar claro quem era o comandante.

_Nunca vi vocês por esses lados! E não gosto desse ai que esconde o rosto! Ele diz com voz rouca e aparentemente alterada pelo alcool, enquanto aponta a espada ja desenbanhada em direção a Felipe. O homem com a cabeça raspada retruca em seguida:

_Vimos a quantidade de moedas que jogou para seu amigo la dentro, se quiser andar em segurança, terá que nos dar moedas também. Esse já falava com um linguajar mais rude, e aparentando nervosismo.

O terceiro homem, o que faltava, era mais baixo, mas de porte físico considerável, cabelos enrolados, pretos e amarrados em forma de trança. Logo aparece ao fundo puxando o mendigo pelos pés, e com a outra mão, conduzia os cavalos.
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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Dom Maio 22, 2011 3:35 am

O tzimisce olhava de trás da mascara para os dois homens, primeiro ao que falou e depois para o outro. - Não possuo ouro meu, e não posso dar o ouro da minha ordem a réles saqueadores, meu código não me permite. O tzimisce falava aquilo levando em conta o código dos cavaleiros cristãos, cavaleiros templários e os hospitalares, ele fazia parte de uma ramificação menor, e quase desconhecida, mas por muitas vezes poderiam ser confundidos com os cavaleiros templários, e só o singul do templo a cruz vermelha com o fundo branco, fazia muitos inimigos recuar de terror, pois nenhum soldado era mais poderoso que um cavaleiro templário. - Mas não sou vil, e não mato se não for forçado a isso. O tzimisce afasta a capa mostrando o seu manto branco, a cruz vermelha no fundo branco, tão imponente quanto a cruz dos templários, a única diferença era as pontas da cruz, que formavam uma ponta, ao mesmo tempo que a capa se afasta ela mostra a espada. - Há muito mal no mundo para combater, não façam de vocês o mal que tombará hoje.

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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Ter Maio 24, 2011 4:09 am

23:45

Os três cavaleiros que tentavam interceptar Felipe e Fra´Raymond estavam obstinados a tomar-lhes tudo o que tinham. Desde de suas armas, até os cavalos. Os dois homens que se prostavam em frente, encaravam Felipe, que parecia mais ativo a abordagem do que Raymond. De súbito, os cavalos que o terceiro homem tinha em mãos começaram a se agitar, não demorou muito para que ele arriassem as patas ao céu, tirando o controle e o equilibrio do terceiro homem. Um dos cavalos foge, e o outro cai em cima do mendigo, que grita de dor, e logo desfalece. O homem de olhos vermelhos da alguns passos para tras. O susto era aparente! Já o seu companheiro careca, começa a ter algumas tonturas e cai.

O homem se mantém com os olhos mais vermelhos ainda, e vê seus dois companheiros, sem reação. Ele aponta mais uma vez a espada em direção de Felipe.

_Quero tudo o que voces tem ai, não me causa medo seus símbolos ou mesmo essa sua máscara. Retire-a, e entregue o que tem. A luta é sem cogitação, porque sei que eu seria o vencedor! Ou meu nome não é Verpus Sauzezh!

Ele levanta a espada e grita como um guerreiro, e joga em cima de Raymond seu escudo de madeira. Raymond segura o escudo mais cai em seguida devido ao peso.

(1 ponto de F.d.V usado por Verpus para resistir a intimidação)


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MensagemAssunto: Re: A nova Ordem.   Qua Maio 25, 2011 12:32 am

- Que Deus lhe perdoe por seus pecados. O tzimisce coloca uma das mãos no punho da espada e a outra na sua mascara, ele retira os dois simultaneamente, relevando ao agressos suas presas vampiricas, a falta do nariz e uma das orelhas, o rosto dispido de pelos e a testa que parecia escorrer sobre um dos olhos, era uma aberração. O monstro recem revelado, jogou a mascara ao pé do homem e enquanto ele ficou supreso com sua monstruosidade, Felipe atacou. A espada estava em punho, mas não foi a espada que buscou o corpo do oponente, foi a mão do tzimisce, ela buscou o braço que segurava a espada. Assim que segurou o braço, o musculo do tzimisce apertou com força, mas o dom vampirico fez que a pele ignora-se a pressão e ela fosse aplicada somente aos ossos do pulso do inimigo.

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